NOVO LIVRO DE THIAGO FRAGATA TRÁS ILUSTRAÇÕES E 40 POESIAS


Thiago Fragata é poeta litero-ativo. Foto divulgação

No dia 17 de março, a partir das 20 horas, o poeta Thiago Fragata fará live-sarau de lançamento do seu livro Fragatas não voam só: poesias encantadas. Como cicerone ele receberá convidados no seu perfil @thiagofragata1844, que recitarão textos da festejada obra. Dentre os convidados, já confirmaram participação: Danilo Lumiano (BA), Priscila Moreira (BA), Angélica Amorim (SE), Vitória Martina (RJ), José Uescele (SE) e Maria Rita Santos, Presidente da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA).


A coletânea que reúne 4 ilustrações e 40 textos de Fragata foi contemplada no edital Literatura e Artes Visuais 05/2020, da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (FUNCAP/SE), com aporte de recursos da Lei Aldir Blanc.


“Fragatas não voam só” será comercializada no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais), incluindo frete. A previsão é que obra seja vendida também como livro digital (e-book). O valor arrecadado com as vendas patrocinará outros livros do autor e auxiliará entidades de proteção e cuidado da vida animal.

PRÉ-VENDAS - Você já pode reservar seu exemplar com o autor, no fone (79) 99122-6477.

Capa - Fragata ilustrou a obra


QUANDO MUSSOLINI INVADIU A ETIÓPIA - 1935

 
 
A Itália estava no ápice do regime fascista de Benito Mussolini quando, em 1935, invadiu a Etiópia. Conhecida dos historiadores como II Guerra Italo-etíope, o conflito e seu desdobramento culminaria na II Guerra Mundial (1939/1945). 
 
A canção "Etiópia", de Edson Gomes, revela a injustiça, o drama e a desvantagem militar do pais africano governado pelo imperador Haile Selassie. 

Acesse e confira conteúdo do programa 4, da série LUTA E DESCOLONIZAÇÃO NO CONTINENTE AFRICANO. 
 
 
Inscreva-se, comente, dê like e compartilhe. Este é o incentivo que anima o trabalho!  
 

EDSON GOMES É O AUTOR DE "ETIÓPIA"

MANDELA: UMA POESIA NA PRISÃO

Na África do Sul, o regime segregacionista do Apartheid condenou o advogado Nelson Mandela a prisão perpétua em 1964. Após a liberdade, em 1990, o grande nome da resistência escreveu a importância de vivenciar, declamar em forma de oração, uma certa poesia. E, não fosse a mensagem de esperança, incentivo, coragem e resistência daquela poesia escrita por William Ernest Henley (1849/1903), Mandela disse que não teria conseguido suportar 27 anos de reclusão e sofrimento.

Quer saber mais sobre a poesia e a prisão de Nelson Mandela? 

Acessa canal abaixo, assista, comente, compartilhe mas não esquece de se inscrever.

 

MANDELA UMA POESIA NA PRISÃO

   

O PAN-AFRICANISMO NAS POESIAS DE JOÃO SAPATEIRO

 

JOÃO SAPATEIRO (1918/2008)

Começando a movimentar meu canal do YouTube com poesias a destacar fatos e personagens; também com minhas intervenções escultóricas sustentáveis.

Segue os trabalhos de estréia, destacando o PAN-AFRICANISMO NA POESIA DE JOÃO SAPATEIRO. A performance fez parte da campanha “Momento Poético” da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA). Meus agradecimentos a Maria Rita, Presidente. 

Acesse os videos,  inscreva-se no canal, deixe comentário e aperta no botão legal.


POESIA CONVOCAÇÃO (1967), DE JOÃO SAPATEIRO I

 

POESIA REBELIÃO (1986), DE JOÃO SAPATEIRO II



Em Laranjeiras/SE ao lado da estatua do João Sapateiro, do Elias Santos, em janeiro de 2019


 

NÃO SUCUMBIREMOS AO CORONAVÍRUS RESISTIREMOS COMO AS BORBOLETAS DE ARACAJU





Por Thiago Fragata*

Aracaju voltou a ter borboletas! Li na internet, o registro feito por amigo(as) reclusos(as) atentos a recomendação da Organização Mundial da Saúde/OMS nesses tempos de avanços do Covid-19. Eles acreditam que fato tem relação direta com a queda de emissão de gás carbônico (CO2) nas ruas da capital; calculam assim: menos carro na rua = menos fumaça = mais vida animal. Discordo. Na verdade, os amigos viviam numa rotina desesperada de sub-emprego (todo trabalho que não resulte em qualidade de vida, a maioria) destes que o trabalhador assume para ter uma renda mas perde completamente o sentido da vida. Acabaram enredados na neurose classe média de trabalhar para ter um carro ou apartamento ou fazer aquela viagem internacional. Nisso perdiam o pouco tempo de folga que poderia ser dedicado a família ou a conexão ecosófica com a natureza ou consigo mesmo “optando” por virar zumbi, isto é, viver a folga num estado de letargia resultado das poucas horas de sono somada a corrida desesperada de esquecer o trabalho, isso no fim de semana, dentro de um shopping ou olhando o mar de uma barraca na praia/Orla. 

A quarentena, acreditem, tem lados positivos. Primeiro, tem gente praticando e se descobrindo humano, no sentido humanitário do termo, de solidariedade e empatia. A situação insólita de afastar-se de quem se ama em nome do amor/cuidado; situação paradoxal de viver isolamento para ficar livre da contaminação do inimigo invisível; situação kafkiana de perceber que nenhum trabalho ou lucro supera o gozo da vida. Segundo, e aqui eu retomo o tema das borboletas, a quarentena está facultando transformação na visão de mundo e na vida das pessoas. Amigos(as) encontraram tempo ou sentido em olhar o céu e a diversidade da natureza. As borboletas e todas as belezas da natureza do caminho, antes ignoradas, finalmente conquistaram a atenção de gente agora apaixonada pela vida em sua plenitude.

Os lideres espirituais já proclamam que humanidade sairá da pandemia renovada independente de crenças religiosas. Sei que isso tá relacionado a demanda por saúde mental, infelizmente saúde mental é interpretada ou reduzida ao achismo de uma camisa-de-força e um remédio tarja-preta recomendado por um psiquiatra, quando na verdade vivemos desequilibrados emocionalmente por conta de estresse, violência nas diversas modalidades praticadas na sociedade, pressão de estudos e/ou trabalho. Que falta faz um acompanhamento, um personal ou psicólogo orientando o fortalecimento ou a busca do auto-conhecimento e (re)afirmação da nossa identidade. Espero (espero de esperança!) que isso comece nas escolas e esteja dentro de um programa de saúde pública, melhor, de um política de saúde pública.

Não gosto de falar do espiritual porque o senso comum reduz isso a materialidade de um templo, um líder, uma matriz religiosa. Por isso, insisto na palavra um tanto desconhecida entre nós, a ecosofia. Não confundi com ecologia! Para ser didático e um tanto superficial, até simplório, adianto que enquanto na ecologia nos detemos no cuidado com o meio ambiente, na ecosofia o CUIDADO se desdobra em 3 exercícios visando harmonia e equilíbrio: cuidado com o meio ambiente/natureza, cuidado com o outro/humanidade, auto-cuidado ou cuidado com o ser/espirito.

Para voltar as borboletas e aos meus amigos de Aracaju...as borboletas sempre fizeram parte da paisagem do lugar, é certo que resistindo a desenfreada especulação imobiliária e o desmate inconsequente da flora, aqui não poupo a prefeitura de Edvaldo Nogueira nem seus antecessores. Sinto que, passada esta quarentena, teremos mais gente lutando por uma Aracaju verde e humana, que inclua até bichinhos como as borboletas. 


*Escritor, professor, poeta, Presidente-fundador da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA).

COMO PARTICIPAR DA RIFA EM PROL DA ABERTURA DO ATELIÊ FRAGATA EM LAGARTO/SE?

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