MANDELA: UMA POESIA NA PRISÃO

Na África do Sul, o regime segregacionista do Apartheid condenou o advogado Nelson Mandela a prisão perpétua em 1964. Após a liberdade, em 1990, o grande nome da resistência escreveu a importância de vivenciar, declamar em forma de oração, uma certa poesia. E, não fosse a mensagem de esperança, incentivo, coragem e resistência daquela poesia escrita por William Ernest Henley (1849/1903), Mandela disse que não teria conseguido suportar 27 anos de reclusão e sofrimento.

Quer saber mais sobre a poesia e a prisão de Nelson Mandela? 

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MANDELA UMA POESIA NA PRISÃO

   

O PAN-AFRICANISMO NAS POESIAS DE JOÃO SAPATEIRO

 

JOÃO SAPATEIRO (1918/2008)

Começando a movimentar meu canal do YouTube com poesias a destacar fatos e personagens; também com minhas intervenções escultóricas sustentáveis.

Segue os trabalhos de estréia, destacando o PAN-AFRICANISMO NA POESIA DE JOÃO SAPATEIRO. A performance fez parte da campanha “Momento Poético” da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA). Meus agradecimentos a Maria Rita, Presidente. 

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POESIA CONVOCAÇÃO (1967), DE JOÃO SAPATEIRO I

 

POESIA REBELIÃO (1986), DE JOÃO SAPATEIRO II



Em Laranjeiras/SE ao lado da estatua do João Sapateiro, do Elias Santos, em janeiro de 2019


 

NÃO SUCUMBIREMOS AO CORONAVÍRUS RESISTIREMOS COMO AS BORBOLETAS DE ARACAJU





Por Thiago Fragata*

Aracaju voltou a ter borboletas! Li na internet, o registro feito por amigo(as) reclusos(as) atentos a recomendação da Organização Mundial da Saúde/OMS nesses tempos de avanços do Covid-19. Eles acreditam que fato tem relação direta com a queda de emissão de gás carbônico (CO2) nas ruas da capital; calculam assim: menos carro na rua = menos fumaça = mais vida animal. Discordo. Na verdade, os amigos viviam numa rotina desesperada de sub-emprego (todo trabalho que não resulte em qualidade de vida, a maioria) destes que o trabalhador assume para ter uma renda mas perde completamente o sentido da vida. Acabaram enredados na neurose classe média de trabalhar para ter um carro ou apartamento ou fazer aquela viagem internacional. Nisso perdiam o pouco tempo de folga que poderia ser dedicado a família ou a conexão ecosófica com a natureza ou consigo mesmo “optando” por virar zumbi, isto é, viver a folga num estado de letargia resultado das poucas horas de sono somada a corrida desesperada de esquecer o trabalho, isso no fim de semana, dentro de um shopping ou olhando o mar de uma barraca na praia/Orla. 

A quarentena, acreditem, tem lados positivos. Primeiro, tem gente praticando e se descobrindo humano, no sentido humanitário do termo, de solidariedade e empatia. A situação insólita de afastar-se de quem se ama em nome do amor/cuidado; situação paradoxal de viver isolamento para ficar livre da contaminação do inimigo invisível; situação kafkiana de perceber que nenhum trabalho ou lucro supera o gozo da vida. Segundo, e aqui eu retomo o tema das borboletas, a quarentena está facultando transformação na visão de mundo e na vida das pessoas. Amigos(as) encontraram tempo ou sentido em olhar o céu e a diversidade da natureza. As borboletas e todas as belezas da natureza do caminho, antes ignoradas, finalmente conquistaram a atenção de gente agora apaixonada pela vida em sua plenitude.

Os lideres espirituais já proclamam que humanidade sairá da pandemia renovada independente de crenças religiosas. Sei que isso tá relacionado a demanda por saúde mental, infelizmente saúde mental é interpretada ou reduzida ao achismo de uma camisa-de-força e um remédio tarja-preta recomendado por um psiquiatra, quando na verdade vivemos desequilibrados emocionalmente por conta de estresse, violência nas diversas modalidades praticadas na sociedade, pressão de estudos e/ou trabalho. Que falta faz um acompanhamento, um personal ou psicólogo orientando o fortalecimento ou a busca do auto-conhecimento e (re)afirmação da nossa identidade. Espero (espero de esperança!) que isso comece nas escolas e esteja dentro de um programa de saúde pública, melhor, de um política de saúde pública.

Não gosto de falar do espiritual porque o senso comum reduz isso a materialidade de um templo, um líder, uma matriz religiosa. Por isso, insisto na palavra um tanto desconhecida entre nós, a ecosofia. Não confundi com ecologia! Para ser didático e um tanto superficial, até simplório, adianto que enquanto na ecologia nos detemos no cuidado com o meio ambiente, na ecosofia o CUIDADO se desdobra em 3 exercícios visando harmonia e equilíbrio: cuidado com o meio ambiente/natureza, cuidado com o outro/humanidade, auto-cuidado ou cuidado com o ser/espirito.

Para voltar as borboletas e aos meus amigos de Aracaju...as borboletas sempre fizeram parte da paisagem do lugar, é certo que resistindo a desenfreada especulação imobiliária e o desmate inconsequente da flora, aqui não poupo a prefeitura de Edvaldo Nogueira nem seus antecessores. Sinto que, passada esta quarentena, teremos mais gente lutando por uma Aracaju verde e humana, que inclua até bichinhos como as borboletas. 


*Escritor, professor, poeta, Presidente-fundador da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA).

CATÁLOGO DA PRODUÇÃO LITERO-ATIVA DE FRAGATA (2000/2010)



Thiago Fragata - agosto 2017


Conheça a produção de Thiago Fragata. Você pode solicitar seus trabalhos através do e-mail (poesiacomtempero@gmail.com) e recebê-los em PDF, mediante pagamento de taxa de serviço (R$ 20,00). O valor arrecadado patrocinará as obras no prelo. 
OBS: TF marcou com asteriscos os seus trabalhos de maior destaque.   
 
2000

Procissão do Fogaréu: tradição que existe e resiste em São Cristóvão. INFORME UFS. São Cristóvão, 2000.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata apresenta 3 momentos históricos da secular Procissão do Fogaréu, uma antiga obrigação compromissal da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Cristóvão. Na atualidade o ato religioso, misto de encenação teatral e catolicismo popular, é realizado pelo leigos (Grupo de Homens/G12) da paróquia Nossa Senhora da Vitória.

2001


João Bebe-Água: reflexão biográfica I. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

João Bebe-água: reflexão biográfica II. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

Restauração em prol do Turismo - Prefeitura de São Cristóvão abrirá Centro Turístico em antiga fábrica de tecido. REVISTA SERGIPE SA. Aracaju, 2001.
Resumo: Reportagem de Cassia Mello Sobre o malogrado projeto financiado pelo Prodetur que visava transformar a antiga Fábrica São Cristóvão num Centro Turístico. O poeta Thiago Fragata, Presidente da Associação de Cultura e Arte de São Cristóvão (ACASC) opina como representante dos artesãos.

Canudos a Sena Madureira: Siqueira de Meneses. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: artigo de Thiago Fragata que biografa Siqueira de Meneses, engenheiro militar que se destacou na vitória da Guerra de Canudos (1896/1897).

Abandono Cultural. CINFORM. Aracaju, 2001. (cartas para redação)
Resumo: Carta de José Thiago da Silva Filho (Thiago Fragata), Presidente da Associação de Cultura e Arte de São Cristóvão (ACASC) enviada para coluna do Cinform. Presidente crítica a decisão do prefeito Armando Batalha de extinguir a Lira Sancristovense e exalta a importância desta na cena cultural. Fragata teve participação ativa na campanha e ações que culminaram com a reativação do grupo cultural. O título de “melhor banda de fanfarra do Brasil” conquistado em 2003 e seu destaque na imprensa teve grande importância no desfecho do caso.

2002

Considerações sobre a História de Sergipe, de Pires Wynne. GAZETA DE SERGIPE, Aracaju, 2002.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata na passagem dos 30 anos da publicação da História de Sergipe (1972), de João Pires Wynne.

João Bebe-água: o mito em carne e osso. GAZETA DE SERGIPE, Aracaju, 2002.
Resumo: Artigo reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

São Cristóvão: de pólo industrial a pólo turístico(?). REVISTA DOS MUNICÍPIOS (CINFORM), Aracaju, 2002.
Resumo: artigo de Thiago Fragata que explora a experiência fábril e a difícil condição de se consolidar como pólo turístico apesar das potencialidades. Na versão original o título era uma pergunta, na revista saiu como uma afirmativa.

2003

*O segredo de Siqueira de Meneses*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2002. (Publicado também no INFORME UFS. São Cristóvão, 2003)
Resumo: Artigo de Thiago Fragata, em co-autoria com Antonio Carlos dos Santos, desvela o parentesco entre Siqueira de Meneses, engenheiro militar que se destacou na Guerra de Canudos (1896/1897), e um conselheirista.

Um tijolo para a Casa de Sergipe. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2003.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “A escrita da História na Casa de Sergipe” (2003), de Itamar Freitas.

Santa Cecília: plagiador criativo. INFORME UFS. São Cristóvão, 2003
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que refuta a concepção de plágio acerca da adaptação que Santa Cecília fez de uma obra de Rossini para elaborar o Hino de Sergipe.

Viajar num pedaço da História do Nordeste. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2003.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Da Bahia a Pernambuco no século XVI” (2003), de Pedro Abelardo de Santana.

*Palavra: metáfora da paz e da guerra*. In: A VIDA DA PALAVRA: coletânea dos trabalhos premiados no Concurso de Redação de Professores. Rio de Janeiro, 2003.
Resumo: Redação de Thiago Fragata premiada no certame nacional A VIDA DA PALAVRA, realizado pela Academia Brasileira de Letras e Folha Dirigida. Dentre os 100 premiados foi o único texto sergipano. Como estava morando no município de Socorro, livro evidenciou este município.

2004

O mito do Eldorado. Balaio de Notícias. WEBJORNAL, 2004.
Resumo: Reportagem de Paulo Lima sobre pesquisa de Thiago Fragata acerca do mito do Eldorado na Serra de Itabaiana.

Militares sergipanos na Guerra de Canudos. CINFORM. Aracaju, 2004.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que presenta alguns militares sergipanos que participaram da Guerra de Canudos, guerra ocorrida nos sertões da Bahia em 1896/1897.

Rita Cacete e os holandeses. CINFORM. Aracaju, 2004.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta reconto da antiga lenda de Rita Cacete publicada no Jornal O Estado de Sergipe, no ano de 1904.

2005

*Um inimigo da Mudança da Capital: João Bebe-Água*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Matéria de Joana Cortes sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água. Thiago Fragata [foto] revelou um pouco da biografia do homem que resistiu tenazmente a decisão de Inácio Joaquim Barbosa de mudar a capital de Sergipe, de São Cristóvão para Aracaju em 1855.

Os talentos de Oliveira Teles. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que revela Manoel dos Passos de Oliveira Teles como intelectual e artista de multiplos talentos.

Necrológio de João Bebe-Água. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta o necrológio de João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água, feito por Manoel dos Passos de Oliveira Telles.

Padre Carmelo: vida e obras. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que resume as principais obras do Padre Antonio Carmelo.

*Monteiro Lobato, o folclorista*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta a contribuição de Monteiro Lobato ao folclore, explorado suas pesquisas sobre o mito do Saci.

*Retábulo da Santa Casa de São Cristóvão: autoria em questão*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Crítica de autoria de Thiago Fragata acerca do retábulo atribuído a Teófilo de Jesus. Desvela que obra em questão é de Francisco de Assis Torres.

Sergipe na Guerra de Canudos - I. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

Sergipe na Guerra de Canudos - II. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

Sergipe na Guerra de Canudos - III. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

*Metamorfose no Convento São Francisco*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que reconstitui as transformações da torre sineira do Convento São Cristóvão ao longo dos séculos XIX e XX.

POSSE [COMO MEMBRO EFETIVO DO IHGSE]. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Coluna social informa que Thiago Fragata, o "Secretário de Cultura” (era Diretor de Cultura, Secretário de Cultura era Carlos Cauê) será empossado como sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE).

2006

*Procissão dos Passos em São Cristóvão/SE*. In: VIEIRA, Márcio José Garcez. SENHOR DOS PASSOS EM TODOS OS PASSOS. Aracaju, 2006.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que trata da origem e dos momentos da Procissão do Senhor dos Passos que acontece em São Cristóvão desde o final do século XVIII.


*Louvor, tradição e fé: História e cotidiano da Praça Francisco*. In: PROPOSIÇÃO DE INSCRIÇÃO DA PRAÇA SÃO FRANCISCO EM SÃO CRISTÓVÃO/SE NA LISTA DE PATRIMÔNIO MUNDIAL. 2006.
Resumo: capítulo do dossiê de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial.

[Trinômio Poético Vida, Morte e Amor]. CINFORM. Aracaju, 2006.
Resumo: nota na coluna social, do Caderno Municipios, desprovido de título, encimado por foto da peça Trinômio Poético: vida, morte e amor, de Thiago Fragata. 
 
São Cristóvão: patrimônio da humanidade. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2006.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata resume o dossiê de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial. O referido documento foi apresentado a UNESCO.

Ensino de História em foco. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2006.
Resumo: Resenha do livro “Histórias do ensino de História no Brasil” (1890/1945), de Itamar Freitas.

2007

*Sergipanos no Acre - I*. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo apresenta alguns sergipanos que marcaram presença no Acre, no tempo da borracha, fins do século XIX e início do século XX. A base da pesquisa foi o Dicionário Bio-bibliographico Sergipano (1925), de Armindo Guaraná.

*Sergipanos no Acre - II*. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo apresenta alguns sergipanos que marcaram presença no Acre, no tempo da borracha, fins do século XIX e início do século XX. A base da pesquisa foi o Dicionário Bio-bibliographico Sergipano (1925), de Armindo Guaraná.

Quantos povoados tem São Cristóvão? JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo discute e apresenta o levantamento dos povoados de São Cristóvão.

Siqueira de Meneses: um sergipano a toda prova. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo biografa Siqueira de Meneses, herói da Guerra de Canudos.

Quem é o padroeiro de São Cristóvão? JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2007.
Resumo: artigo revela a padroeira de São Cristóvão: Nossa Senhora da Vitória, esclarecendo dúvidas e equívocos.

2008

História de Rita Cacete. CINFORM. Aracaju, 2008.
Resumo: Carta enviada para coluna “Opinião do Leitor” onde apresenta elementos para se contrapor a tese veiculada na edição anterior do semanário de que origem do povoado Rita Cacete, de São Cristóvão, estava ligada a uma interjeição “Eita Cacete”.

Ocidentoxicação: a gênese do terrorismo. REVISTA PONTA DE LANÇA (UFS), São Cristóvão, 2008.
Resumo: Resenha o livro “Ocidentalismo: o Ocidente aos olhos o Oriente”, de Ian Buruma e Avishai Margalit, de 2006.

*Dicionário: amigo de sempre*. JORNAL CINFORM. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo apresenta a importância da consulta ao dicionário como apoio do aprendizado.

Anexo para o plebiscito do Mosqueiro. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: artigo explica a partir de pesquisas porque o território do Mosqueiro e Robalo, hoje área de jurisdição de Aracaju, pertenciam a São Cristóvão.

Quadros da escravidão sergipana. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha do livro “Quadros da Escravidão” (2008), de Josué Modesto dos Passos Sobrinho.

O Cristo Redentor de Sergipe. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata revela dados de pesquisa que coloca a imagem do redentor de São Cristóvão como o mais antigo do Brasil, precendendo o redentor do Rio de Janeiro.

Onde nasce o Paramopama?. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata debate o que dizem as antigas corografias sobre o lugar exato do nascimento do rio Paramopama.

Retrato de Aracaju aos 20 anos. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Aracaju: um olhar sobre sua evolução” (2008), de Maria Nely Santos.

Historiografia para revelar a sergipanidade. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Historiografia Sergipana” (2008), de Itamar Freitas.

*Epistolário de Irmã Dulce*. REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SERGIPE. Aracaju, 2008. (Publicado com título “As cartas de Irmã Dulce”, no JORNAL DA CIDADE. 2008; no JORNAL TRIBUNA SERGIPE DEL REY. 2016).
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta 3 (três) cartas de Maria Rita (Irmã Dulce) escreveu para superiora, na condição de noviça da Imaculada Conceição, congregação religiosa sediada no Convento do Carmo, em São Cristóvão, em 1933 e 1934.

A candidatura da Praça São Francisco, de São Cristóvão/SE, a Patrimônio da Humanidade. CADERNOS UFS. São Cristóvão, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata resume os capítulos da Proposição de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial, de 2006.

Literatura [Os Espanhóis em Sergipe]. JORNAL DO DIA. Aracaju, 2008,
Resumo: Thiago Fragata [foto] destaca o livro de Robervan Santana “Os Espanhóis em Sergipe” (2008), como reforço a campanha da Praça São Francisco Patrimônio da Humanidade uma vez que a obra identifica elementos da herança hispânica no patrimônio cultural sergipano.

2009

Maria Thétis, museóloga sim! REVISTA DIVIRTA-SE - Guia de Cultura e Turismo de Sergipe. Aracaju, 2009.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta experiência de Maria Thétis Nunes como aluna de Gustavo Barroso, do curso de Museologia.

*O olhar da expedição: Siqueira de Menezes em Canudos*. REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SERGIPE. Aracaju, 2011.
Resumo: Síntese do capítulo 2 da monografia de Especialização em História Cultural. “Siqueira de Meneses: a heroificação do jagunço alourado”. (Departamento de História). Universidade Federal de Sergipe, 2009.

Euclides da Cunha e a Bahia. REVISTA PONTA DE LANÇA (UFS), São Cristóvão, 2010.
Resumo: Resenha do livro Euclides da Cunha e a Bahia: ensaio biobliográfico (2009), de Oleone Coelho Fontes.

2010

Verdades, mentiras e o negro na história do Brasil. In: Secretaria de educação do estado de Sergipe, Núcleo de diversidade cultural. (Org.). AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: história e cultura afro-brasileira e africana na educação básica. Aracaju, 2010.
Resumo: Fundamenta historicamente o preconceito e a discriminação dos negros como herança maldita do tempo colonial escravista e acentua méritos culturais de civilizações africanas a exemplo da egípcia.

São Cristóvão - Praça pode se tornar patrimônio histórico. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Matéria do Jornal da Cidade trata da expectativa gerada com o 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, a ser realizado em Brasília, entre os dias 25 de julho e 3 de agosto. Thiago Fragata (foto), coordenador da Comissão Pró-candidatura da Praça São Francisco a Patrimônio da Humanidade fala das ações, obras, da esperança e do seu otimismo.

*Uma viagem ao Brasil espanhol*. REVISTA HISTÓRIA VIVA. São Paulo, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata sobre a Praça São Francisco e o seu reconhecimento como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, no dia 1 de agosto de 2010; acentua herança hispânica dentre os quesitos que fundamentaram decisão.

Tributo a Horácio Hora. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: artigo de Thiago Fragata apresenta obra de Manoel Curvelo de Mendonça sobre Horácio Hora.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: o sobrado (I). JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata destaca outras experiências do sobrado (residência, câmara, escola, sindicato, etc) que abrida o Museu Histórico de Sergipe desde 1960.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: os pioneiros (II). JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata, em co-autoria com José Claudio dos Santos, destaca contribuição de José Augusto Garcez na criação do Museu Histórico de Sergipe.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: Jenner Augusto (III). JORNAL DA CIDADE, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata destaca contribuição de Jenner Augusto na criação do Museu Histórico de Sergipe.

50 anos do Museu Histórico de Sergipe. DIVIRTA-SE, Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata publicado destaca personalidades, origem e acervo do Museu Histórico de Sergipe.


ASCLEA HOMENAGEIA MARIA VESTA VIANA

Na tarde de quinta, 31/1, a Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizou a primeira edição do projeto “Homenagem ao Patrono(a)”, com uma sessão dedicada a artista Maria Vesta Viana, patrona da cadeira N. 7, da poetisa Vera Lucia Santos. 

Houve recital poético e palestras sobre a vida e a obra de Vesta Viana, falecida no dia 21 de janeiro de 2017. Dois anos sem Vesta, como alguns ascleanos batizaram o evento, revelou o quanto São Cristóvão era essencial na inspiração e no estado de espirito desta sancristovense, amiga de Zellia Gattai e Jorge Amado. 

O Colégio Prado Meireles enviou 2 turmas para prestigiar o evento. Diante da plateia de estudantes, familiares, artistas e amigos da homenageada, Cleide Santos e Maria Gloria, poetisas, entoaram versos; Thiago Fragata, historiador e biógrafo de Vesta Viana, revelou casos hilários e concitou todos a realizar catalogação da obra dispersa da artista naif, ora como acervo de instituições como o Museu Histórico de Sergipe, ora na mão de colecionadores e/ou leigos. 

O historiador destacou ainda que “Vesta Viana vivia poeticamente e isso se acha plasmado em seus quadros; embora suas poesias – sim, ela escrevia poesias - não tenham entrado no mercado. A cidade era sua fonte de inspiração para os dois movimentos artísticos mais intensos da vida. Sua relação bairrista com São Cristóvão tinha no passado imperial algo extemporâneo. Explico. Vesta era monarquista e vivia àquela época mesmo vivendo em tempos republicanos, não por acaso compareceu a recepção ao herdeiro do trono imperial, Dom Luiz de Orleans e Bragança, aqui mesmo neste museu, por ocasião do plebiscito “Brasil: republicano ou monarquia parlamentarista?”, em 1993. Minha última visão de Vesta Viana foi no seu velório, no dia 21 de janeiro de 2017, percebi que adornando o féretro tinha um terço e um brouche com o brasão imperial. 

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COMO PARTICIPAR DA RIFA EM PROL DA ABERTURA DO ATELIÊ FRAGATA EM LAGARTO/SE?

 COMO PARTICIPAR DA RIFA EM PROL DA ABERTURA DO ATELIÊ FRAGATA EM LAGARTO/SE? 1 - Escola número de 1 a 100, antes confira se tá disponível  ...