CATÁLOGO DA PRODUÇÃO LITERO-ATIVA DE FRAGATA (2000/2010)



Thiago Fragata - agosto 2017


Conheça a produção de Thiago Fragata. Você pode solicitar seus trabalhos através do e-mail (poesiacomtempero@gmail.com) e recebê-los em PDF, mediante pagamento de taxa de serviço (R$ 20,00). O valor arrecadado patrocinará as obras no prelo. 
OBS: TF marcou com asteriscos os seus trabalhos de maior destaque.   
 
2000

Procissão do Fogaréu: tradição que existe e resiste em São Cristóvão. INFORME UFS. São Cristóvão, 2000.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata apresenta 3 momentos históricos da secular Procissão do Fogaréu, uma antiga obrigação compromissal da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Cristóvão. Na atualidade o ato religioso, misto de encenação teatral e catolicismo popular, é realizado pelo leigos (Grupo de Homens/G12) da paróquia Nossa Senhora da Vitória.

2001


João Bebe-Água: reflexão biográfica I. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

João Bebe-água: reflexão biográfica II. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

Restauração em prol do Turismo - Prefeitura de São Cristóvão abrirá Centro Turístico em antiga fábrica de tecido. REVISTA SERGIPE SA. Aracaju, 2001.
Resumo: Reportagem de Cassia Mello Sobre o malogrado projeto financiado pelo Prodetur que visava transformar a antiga Fábrica São Cristóvão num Centro Turístico. O poeta Thiago Fragata, Presidente da Associação de Cultura e Arte de São Cristóvão (ACASC) opina como representante dos artesãos.

Canudos a Sena Madureira: Siqueira de Meneses. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2001.
Resumo: artigo de Thiago Fragata que biografa Siqueira de Meneses, engenheiro militar que se destacou na vitória da Guerra de Canudos (1896/1897).

Abandono Cultural. CINFORM. Aracaju, 2001. (cartas para redação)
Resumo: Carta de José Thiago da Silva Filho (Thiago Fragata), Presidente da Associação de Cultura e Arte de São Cristóvão (ACASC) enviada para coluna do Cinform. Presidente crítica a decisão do prefeito Armando Batalha de extinguir a Lira Sancristovense e exalta a importância desta na cena cultural. Fragata teve participação ativa na campanha e ações que culminaram com a reativação do grupo cultural. O título de “melhor banda de fanfarra do Brasil” conquistado em 2003 e seu destaque na imprensa teve grande importância no desfecho do caso.

2002

Considerações sobre a História de Sergipe, de Pires Wynne. GAZETA DE SERGIPE, Aracaju, 2002.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata na passagem dos 30 anos da publicação da História de Sergipe (1972), de João Pires Wynne.

João Bebe-água: o mito em carne e osso. GAZETA DE SERGIPE, Aracaju, 2002.
Resumo: Artigo reúne informações biográficas sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água.

São Cristóvão: de pólo industrial a pólo turístico(?). REVISTA DOS MUNICÍPIOS (CINFORM), Aracaju, 2002.
Resumo: artigo de Thiago Fragata que explora a experiência fábril e a difícil condição de se consolidar como pólo turístico apesar das potencialidades. Na versão original o título era uma pergunta, na revista saiu como uma afirmativa.

2003

*O segredo de Siqueira de Meneses*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2002. (Publicado também no INFORME UFS. São Cristóvão, 2003)
Resumo: Artigo de Thiago Fragata, em co-autoria com Antonio Carlos dos Santos, desvela o parentesco entre Siqueira de Meneses, engenheiro militar que se destacou na Guerra de Canudos (1896/1897), e um conselheirista.

Um tijolo para a Casa de Sergipe. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2003.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “A escrita da História na Casa de Sergipe” (2003), de Itamar Freitas.

Santa Cecília: plagiador criativo. INFORME UFS. São Cristóvão, 2003
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que refuta a concepção de plágio acerca da adaptação que Santa Cecília fez de uma obra de Rossini para elaborar o Hino de Sergipe.

Viajar num pedaço da História do Nordeste. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2003.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Da Bahia a Pernambuco no século XVI” (2003), de Pedro Abelardo de Santana.

*Palavra: metáfora da paz e da guerra*. In: A VIDA DA PALAVRA: coletânea dos trabalhos premiados no Concurso de Redação de Professores. Rio de Janeiro, 2003.
Resumo: Redação de Thiago Fragata premiada no certame nacional A VIDA DA PALAVRA, realizado pela Academia Brasileira de Letras e Folha Dirigida. Dentre os 100 premiados foi o único texto sergipano. Como estava morando no município de Socorro, livro evidenciou este município.

2004

O mito do Eldorado. Balaio de Notícias. WEBJORNAL, 2004.
Resumo: Reportagem de Paulo Lima sobre pesquisa de Thiago Fragata acerca do mito do Eldorado na Serra de Itabaiana.

Militares sergipanos na Guerra de Canudos. CINFORM. Aracaju, 2004.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que presenta alguns militares sergipanos que participaram da Guerra de Canudos, guerra ocorrida nos sertões da Bahia em 1896/1897.

Rita Cacete e os holandeses. CINFORM. Aracaju, 2004.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta reconto da antiga lenda de Rita Cacete publicada no Jornal O Estado de Sergipe, no ano de 1904.

2005

*Um inimigo da Mudança da Capital: João Bebe-Água*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Matéria de Joana Cortes sobre João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água. Thiago Fragata [foto] revelou um pouco da biografia do homem que resistiu tenazmente a decisão de Inácio Joaquim Barbosa de mudar a capital de Sergipe, de São Cristóvão para Aracaju em 1855.

Os talentos de Oliveira Teles. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que revela Manoel dos Passos de Oliveira Teles como intelectual e artista de multiplos talentos.

Necrológio de João Bebe-Água. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta o necrológio de João Nepomuceno Borges, o popular João Bebe-Água, feito por Manoel dos Passos de Oliveira Telles.

Padre Carmelo: vida e obras. CINFORM. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que resume as principais obras do Padre Antonio Carmelo.

*Monteiro Lobato, o folclorista*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta a contribuição de Monteiro Lobato ao folclore, explorado suas pesquisas sobre o mito do Saci.

*Retábulo da Santa Casa de São Cristóvão: autoria em questão*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Crítica de autoria de Thiago Fragata acerca do retábulo atribuído a Teófilo de Jesus. Desvela que obra em questão é de Francisco de Assis Torres.

Sergipe na Guerra de Canudos - I. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

Sergipe na Guerra de Canudos - II. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

Sergipe na Guerra de Canudos - III. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta alguns militares sergipanos que se destacaram na Guerra de Canudos em 1896/1897.

*Metamorfose no Convento São Francisco*. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que reconstitui as transformações da torre sineira do Convento São Cristóvão ao longo dos séculos XIX e XX.

POSSE [COMO MEMBRO EFETIVO DO IHGSE]. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2005.
Resumo: Coluna social informa que Thiago Fragata, o "Secretário de Cultura” (era Diretor de Cultura, Secretário de Cultura era Carlos Cauê) será empossado como sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE).

2006

*Procissão dos Passos em São Cristóvão/SE*. In: VIEIRA, Márcio José Garcez. SENHOR DOS PASSOS EM TODOS OS PASSOS. Aracaju, 2006.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que trata da origem e dos momentos da Procissão do Senhor dos Passos que acontece em São Cristóvão desde o final do século XVIII.


*Louvor, tradição e fé: História e cotidiano da Praça Francisco*. In: PROPOSIÇÃO DE INSCRIÇÃO DA PRAÇA SÃO FRANCISCO EM SÃO CRISTÓVÃO/SE NA LISTA DE PATRIMÔNIO MUNDIAL. 2006.
Resumo: capítulo do dossiê de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial.

[Trinômio Poético Vida, Morte e Amor]. CINFORM. Aracaju, 2006.
Resumo: nota na coluna social, do Caderno Municipios, desprovido de título, encimado por foto da peça Trinômio Poético: vida, morte e amor, de Thiago Fragata. 
 
São Cristóvão: patrimônio da humanidade. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2006.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata resume o dossiê de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial. O referido documento foi apresentado a UNESCO.

Ensino de História em foco. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2006.
Resumo: Resenha do livro “Histórias do ensino de História no Brasil” (1890/1945), de Itamar Freitas.

2007

*Sergipanos no Acre - I*. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo apresenta alguns sergipanos que marcaram presença no Acre, no tempo da borracha, fins do século XIX e início do século XX. A base da pesquisa foi o Dicionário Bio-bibliographico Sergipano (1925), de Armindo Guaraná.

*Sergipanos no Acre - II*. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo apresenta alguns sergipanos que marcaram presença no Acre, no tempo da borracha, fins do século XIX e início do século XX. A base da pesquisa foi o Dicionário Bio-bibliographico Sergipano (1925), de Armindo Guaraná.

Quantos povoados tem São Cristóvão? JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo discute e apresenta o levantamento dos povoados de São Cristóvão.

Siqueira de Meneses: um sergipano a toda prova. JORNAL DA CIDADE, Aracaju, 2007.
Resumo: Artigo biografa Siqueira de Meneses, herói da Guerra de Canudos.

Quem é o padroeiro de São Cristóvão? JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2007.
Resumo: artigo revela a padroeira de São Cristóvão: Nossa Senhora da Vitória, esclarecendo dúvidas e equívocos.

2008

História de Rita Cacete. CINFORM. Aracaju, 2008.
Resumo: Carta enviada para coluna “Opinião do Leitor” onde apresenta elementos para se contrapor a tese veiculada na edição anterior do semanário de que origem do povoado Rita Cacete, de São Cristóvão, estava ligada a uma interjeição “Eita Cacete”.

Ocidentoxicação: a gênese do terrorismo. REVISTA PONTA DE LANÇA (UFS), São Cristóvão, 2008.
Resumo: Resenha o livro “Ocidentalismo: o Ocidente aos olhos o Oriente”, de Ian Buruma e Avishai Margalit, de 2006.

*Dicionário: amigo de sempre*. JORNAL CINFORM. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo apresenta a importância da consulta ao dicionário como apoio do aprendizado.

Anexo para o plebiscito do Mosqueiro. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: artigo explica a partir de pesquisas porque o território do Mosqueiro e Robalo, hoje área de jurisdição de Aracaju, pertenciam a São Cristóvão.

Quadros da escravidão sergipana. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha do livro “Quadros da Escravidão” (2008), de Josué Modesto dos Passos Sobrinho.

O Cristo Redentor de Sergipe. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata revela dados de pesquisa que coloca a imagem do redentor de São Cristóvão como o mais antigo do Brasil, precendendo o redentor do Rio de Janeiro.

Onde nasce o Paramopama?. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata debate o que dizem as antigas corografias sobre o lugar exato do nascimento do rio Paramopama.

Retrato de Aracaju aos 20 anos. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Aracaju: um olhar sobre sua evolução” (2008), de Maria Nely Santos.

Historiografia para revelar a sergipanidade. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2008.
Resumo: Resenha de Thiago Fragata sobre o livro “Historiografia Sergipana” (2008), de Itamar Freitas.

*Epistolário de Irmã Dulce*. REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SERGIPE. Aracaju, 2008. (Publicado com título “As cartas de Irmã Dulce”, no JORNAL DA CIDADE. 2008; no JORNAL TRIBUNA SERGIPE DEL REY. 2016).
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta 3 (três) cartas de Maria Rita (Irmã Dulce) escreveu para superiora, na condição de noviça da Imaculada Conceição, congregação religiosa sediada no Convento do Carmo, em São Cristóvão, em 1933 e 1934.

A candidatura da Praça São Francisco, de São Cristóvão/SE, a Patrimônio da Humanidade. CADERNOS UFS. São Cristóvão, 2008.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata resume os capítulos da Proposição de inscrição da Praça São Francisco em São Cristóvão/SE na lista de Patrimônio Mundial, de 2006.

Literatura [Os Espanhóis em Sergipe]. JORNAL DO DIA. Aracaju, 2008,
Resumo: Thiago Fragata [foto] destaca o livro de Robervan Santana “Os Espanhóis em Sergipe” (2008), como reforço a campanha da Praça São Francisco Patrimônio da Humanidade uma vez que a obra identifica elementos da herança hispânica no patrimônio cultural sergipano.

2009

Maria Thétis, museóloga sim! REVISTA DIVIRTA-SE - Guia de Cultura e Turismo de Sergipe. Aracaju, 2009.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata que apresenta experiência de Maria Thétis Nunes como aluna de Gustavo Barroso, do curso de Museologia.

*O olhar da expedição: Siqueira de Menezes em Canudos*. REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SERGIPE. Aracaju, 2011.
Resumo: Síntese do capítulo 2 da monografia de Especialização em História Cultural. “Siqueira de Meneses: a heroificação do jagunço alourado”. (Departamento de História). Universidade Federal de Sergipe, 2009.

Euclides da Cunha e a Bahia. REVISTA PONTA DE LANÇA (UFS), São Cristóvão, 2010.
Resumo: Resenha do livro Euclides da Cunha e a Bahia: ensaio biobliográfico (2009), de Oleone Coelho Fontes.

2010

Verdades, mentiras e o negro na história do Brasil. In: Secretaria de educação do estado de Sergipe, Núcleo de diversidade cultural. (Org.). AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: história e cultura afro-brasileira e africana na educação básica. Aracaju, 2010.
Resumo: Fundamenta historicamente o preconceito e a discriminação dos negros como herança maldita do tempo colonial escravista e acentua méritos culturais de civilizações africanas a exemplo da egípcia.

São Cristóvão - Praça pode se tornar patrimônio histórico. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Matéria do Jornal da Cidade trata da expectativa gerada com o 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, a ser realizado em Brasília, entre os dias 25 de julho e 3 de agosto. Thiago Fragata (foto), coordenador da Comissão Pró-candidatura da Praça São Francisco a Patrimônio da Humanidade fala das ações, obras, da esperança e do seu otimismo.

*Uma viagem ao Brasil espanhol*. REVISTA HISTÓRIA VIVA. São Paulo, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata sobre a Praça São Francisco e o seu reconhecimento como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, no dia 1 de agosto de 2010; acentua herança hispânica dentre os quesitos que fundamentaram decisão.

Tributo a Horácio Hora. JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: artigo de Thiago Fragata apresenta obra de Manoel Curvelo de Mendonça sobre Horácio Hora.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: o sobrado (I). JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata destaca outras experiências do sobrado (residência, câmara, escola, sindicato, etc) que abrida o Museu Histórico de Sergipe desde 1960.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: os pioneiros (II). JORNAL DA CIDADE. Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata, em co-autoria com José Claudio dos Santos, destaca contribuição de José Augusto Garcez na criação do Museu Histórico de Sergipe.

Cinquentenário do Museu Histórico de Sergipe: Jenner Augusto (III). JORNAL DA CIDADE, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata destaca contribuição de Jenner Augusto na criação do Museu Histórico de Sergipe.

50 anos do Museu Histórico de Sergipe. DIVIRTA-SE, Aracaju, 2010.
Resumo: Artigo de Thiago Fragata publicado destaca personalidades, origem e acervo do Museu Histórico de Sergipe.


ASCLEA HOMENAGEIA MARIA VESTA VIANA

Na tarde de quinta, 31/1, a Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizou a primeira edição do projeto “Homenagem ao Patrono(a)”, com uma sessão dedicada a artista Maria Vesta Viana, patrona da cadeira N. 7, da poetisa Vera Lucia Santos. 

Houve recital poético e palestras sobre a vida e a obra de Vesta Viana, falecida no dia 21 de janeiro de 2017. Dois anos sem Vesta, como alguns ascleanos batizaram o evento, revelou o quanto São Cristóvão era essencial na inspiração e no estado de espirito desta sancristovense, amiga de Zellia Gattai e Jorge Amado. 

O Colégio Prado Meireles enviou 2 turmas para prestigiar o evento. Diante da plateia de estudantes, familiares, artistas e amigos da homenageada, Cleide Santos e Maria Gloria, poetisas, entoaram versos; Thiago Fragata, historiador e biógrafo de Vesta Viana, revelou casos hilários e concitou todos a realizar catalogação da obra dispersa da artista naif, ora como acervo de instituições como o Museu Histórico de Sergipe, ora na mão de colecionadores e/ou leigos. 

O historiador destacou ainda que “Vesta Viana vivia poeticamente e isso se acha plasmado em seus quadros; embora suas poesias – sim, ela escrevia poesias - não tenham entrado no mercado. A cidade era sua fonte de inspiração para os dois movimentos artísticos mais intensos da vida. Sua relação bairrista com São Cristóvão tinha no passado imperial algo extemporâneo. Explico. Vesta era monarquista e vivia àquela época mesmo vivendo em tempos republicanos, não por acaso compareceu a recepção ao herdeiro do trono imperial, Dom Luiz de Orleans e Bragança, aqui mesmo neste museu, por ocasião do plebiscito “Brasil: republicano ou monarquia parlamentarista?”, em 1993. Minha última visão de Vesta Viana foi no seu velório, no dia 21 de janeiro de 2017, percebi que adornando o féretro tinha um terço e um brouche com o brasão imperial. 

GALERIA DE IMAGENS









JOSÉ AUGUSTO GARCEZ: LITEROATIVO




Thiago Fragata*

Ele nasceu em São Cristóvão no dia 19 de agosto de 1918. Poeta, historiador, antiquário, um dinâmico agente cultural criador do Movimento Cultural de Sergipe responsável pela publicação 54 livros; articulador do programa Panorama Cultural de Sergipe, da Rádio Difusora PRJ-6. José Augusto Garcez é considerado “Pai da Museologia Sergipana” pois criou um museu particular a época que o Estado era totalmente omisso quanto a importância do patrimônio cultural na formação de um povo.

Confira texto integral no Tribuna Sergipe D'El Rey, edição de dezembro 2017!
Assine com Edcarla Soraya (79) 98822-0757

MESTRE RINDÚ - HOMENAGEM PÓSTUMA

Foto dos Anais do  Seminário Nacional de Políticas Públicas para das Culturas Populares
em Brasília, 2005.
 


2016... O último sábado, 5 do mês do folclore, silenciou José Gonçalo dos Santos, 75 anos, mais conhecido como Mestre Rindú. Ele nasceu no Apicum Merém, em 18 de setembro de 1940. Sua voz gultural não mais comandará a percusão da Caceteira, o bendito da Chegança, grupos que se moviam encantados pela sua pantomima. Os estudiosos dos ritos folclóricos creditavam à herança familiar o fator determinante do conceito e da sua preservação. A Caceteira estava na vida dele desde criança. Lembremos o seu depoimento: “comecei muito cedo, tinha lá por uns 8 anos. Todo mundo da minha família brincava caceteira. Zé Filomeno, meu avô e minha avó Antonia, meu pai Gino Alfredo dos Santos e minha mãe Maria Noêmia dos Santos. Era tudo na brincadeira uma animação danada. Ai a gente ia vendo, aprendendo e daí a uns tempo tava dançando a Caceteira e outras coisas mais. Dentro dela, tou até hoje.”(1)

Conheci o Mestre Rindú no ano de 2005, quando trabalhei na Secretaria Municipal de Cultura, na condição de Diretor Cultural, gestão do saudoso prefeito Zeziho da Everest (2005/2006). No ano seguinte, integramos a comitiva sergipana que participou do Seminário Nacional de Políticas Públicas para das Culturas Populares, em Brasília. Guardo com carinho uma foto sua vestido de Capitão da Chegança que ilustrou publicação do evento. (2)

Passaram-se 10 anos e o Mestre Rindú não parou os ensaios e as apresentações da Caceteira e da Chegança, mesmo com dificuldades financeiras, desfalque de brincantes, etc. Em praticamente todos os eventos culturais do Estado seu grupo foi presença indispensável.

Folcloristas como Luiz Antônio Barreto e Aglaé Fontes pesquisaram e publicaram obras dedicadas ao assunto. Aliás, Aglaé Fontes, na condição de Secretaria de Cultura de São Cristóvão da gestão de Alex Rocha (2008/2012), publicou a obra “Mestre Rindú”. (3)

Das homenagens grangeadas por José Gonçalo dos Santos, um simples pescador que se fez Mestre Rindú numa jornada memorável pela cultura popular, vale destacar:
  • Medalha Mestre Candunga, outorgada pela Prefeitura Municipal de Laranjeiras, no Encontro Cultural de Laranjeiras, 2011;
  • Medalha Mérito Cultural Tobias Barreto, outorgada pelo Governo do Estado de Sergipe, no ano de 2015.

E pertinente lembrar que até a década de 1980 haviam mais de uma caceteira na cidade, nomes como Zeca de Noberto, Dona Biu, João de Cota, comandaram esta brincadeira. Mas durante os últimos 20 anos, o Mestre Rindú tornou-se o ícone absoluto da Caceteira. A caceteira é uma manifestação folclórica do período junino, exclusiva de São Cristóvão. Entoando cantigas do cancioneiro popular, homens e mulheres compõem o cortejo animado por zabumbas, ganzás e cuícas. O nome caceteira lembra o processo artesanal de sova do couro dos instrumentos de percussão e o próprio batuque “à base de cacetes”.

De acordo com a tradição, todos os anos, no dia 31 de maio, a Caceteira percorre as ruas do centro histórico numa batucada que festeja a chegada do mês junino. A meia-noite, o repique dos sinos das igrejas centenárias é louvado com emoção: “o sino do Carmo abalou, abalou, deixa abalar”, diz o refrão. (4)

O Mestre Rindú que abalou a vida cultural de São Cristóvão, seguiu para o plano espiritual, no domingo, (6/8) após missa de corpo presente, canto do bendito da Chegança e últimas homenagens de autoridades, parentes, amigos e admiradores. Doravante, no mês dedicado ao folclore, os brincantes terão um motivo a mais para pular: preservar a memória do Mestre Rindú.


Relíquias do Mestre Rindú. Foto: Thiago Fragata, 2017.



*Historiador e poeta. Email: thiagofragata@gmail.com
Texto publicado no jornal Tribuna Sergipe Del Rey. São Cristóvão, set. 2016.
REFERÊNCIAS
1 - Entrevista do Mestre Rindú para Aglaé Fontes, concedida a Aglaé d'Ávila Fontes em 2012.
2 - Seminário Nacional de Políticas Públicas para das Culturas Populares. 2a. Edição. Brasília: Governo Federal/MinC, 2016, p. 10.
3 - FONTES, Aglaé d'Ávila. Mestre Rindú - José Gonçalo Santos. São Cristóvão: PMSC/FUNPATRI, 2012.
4 - FRAGATA, Thiago. Mestres do Folk: Mestre Rindú, 10 de agosto de 2007,



SÃO CRISTÓVÃO TERÁ UMA ACADEMIA DE LETRAS

Thiago Fragata, José Lucio, Maria Rita, Alda Cruz, Domingos Pascoal, Carlos Pinna de Assis

Domingos Pascoal e Carlos Pinna de Assis, da Academia Sergipana de Letras (ASL), receberam na tarde de sexta, 14/6, uma comitiva de intelectuais de São Cristóvão liderada pelo historiador e poeta Thiago Fragata para tratar dos últimos detalhes da criação da Academia Sancristovense de Letras (ASCLE). 

A solenidade de instalação da agremiação literária abre a programação do VII Aniversário da Chancela da Praça São Francisco Patrimônio da Humanidade, no dia 1 de agosto, terça, às 10 horas. O local escolhido foi o auditório do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão, salão do Convento São Francisco que abrigou no século XIX a Biblioteca Provincial de Sergipe. 

 
Thiago Frag ata, Maria Rita,Domingos Pascoal, Alda Cruz, José Lucio 

COMO PARTICIPAR DA RIFA EM PROL DA ABERTURA DO ATELIÊ FRAGATA EM LAGARTO/SE?

 COMO PARTICIPAR DA RIFA EM PROL DA ABERTURA DO ATELIÊ FRAGATA EM LAGARTO/SE? 1 - Escola número de 1 a 100, antes confira se tá disponível  ...