terça-feira, 9 de agosto de 2011

JORGE AMADO EM SÃO CRISTÓVÃO

Jorge Amado e comitiva na Praça São Francisco, 7/1/1994.
Da esquerda para direita: ?, Alta de Souza, Calasans Neto, Jorge Amado, Vesta Viana, Zélia Gattai, ? e Carybé.

Thiago Fragata*

RESUMO
 
Sergipe faz parte da vida e obra de Jorge Amado. Escritores dedicaram textos a relação telúrica, sentimental e até familiar do escritor baiano. Rui Nascimento, por exemplo, escreveu Jorge Amado: uma cortina que se abre (2007) rememorando a presença do escritor em Estância nos idos de 1935 e 1937/1938. Mas qual a relação do autor de Gabriela, Cravo e Canela especificamente com São Cristóvão, ex-capital e afamada quarta cidade mais antiga do Brasil? Responder à pergunta encerra o objetivo desse artigo dividido em duas partes. Na primeira desvelaremos a cidade numa obra de Jorge Amado, Cacau, de 1933. Na outra, resgataremos um contato, uma amiga sancristovense que o escritor manteve ao longo de sua vida.

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Conheça outros textos acadêmicos sobre Jorge Amado:
"Cangaceiro-mirim ou a realidade no menor abandonado em Capitães da Areia" 

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